Porto São Luís precisa deixar negociações de lado e garantir empregos a quem realmente precisa

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O Porto São Luís estima oferecer mais de dez mil empregos diretos e indiretos na construção civil com o pico da obra para o próximo ano, além de garantir direitos às famílias residentes na área de atuação do projeto, como novas moradias, fator indenizatório e assistência no mercado de trabalho dentro do projeto executado.

O consórcio vem trabalhando a questão social desde o início junto às famílias carentes e aos trabalhadores rurais. Como envolve questões financeiras, as negociações se tornaram comercias, onde moradores são aliciados por “protetores dos direitos humanos e meio ambiente”, quando na verdade o que existe é um tráfego de influência para distorcer todo o processo de negociação.

Existe um conflito de interesses próprios que dificulta e retarda o reinício das obras. É lamentável que isso ocorra, pois trabalhadores que precisam entrar no mercado de trabalho continuam desempregados por conta desse tipo de conflito.

Tirar proveito e se dar bem em uma negociação que envolve trabalhadores e pessoas carentes são situações que não deveriam acontecer em nenhuma hipótese.
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